
Cruzeiro com surto de hantavírus chega às Ilhas Canárias, e passageiros começam a desembarcar
Jorge Guerrero/AFP
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) anunciaram nesta quarta-feira que monitoram 41 pessoas para hantavírus, e a maioria delas deve ficar em casa e evitar contato com outras pessoas durante o período de monitoramento de 42 dias.
As 41 pessoas pertencem a três grupos principais, disse o Dr. David Fitter, gerente de incidentes da resposta ao hantavírus do CDC.
“Primeiro, os passageiros que foram repatriados recentemente e agora estão em Nebraska e Emory. Em segundo lugar, os passageiros que já haviam deixado o navio e voltado para casa antes de o surto ser identificado. E, em terceiro lugar, as pessoas que podem ter sido expostas durante a viagem, especificamente em voos em que havia um caso sintomático”, disse Fitter a jornalistas em coletiva de imprensa.
Na última terça, dezessete pessoas monitoradas na Itália e na Espanha por suspeita de infecção por hantavírus testaram negativo.
Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que novos casos devem surgir a partir do surto identificado em um cruzeiro de luxo durante a expedição que partiu da Argentina.
A OMS ressaltou que a situação não se compara à Covid-19 e NÃO configura uma pandemia.
O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, mas, em casos raros, pode passar de uma pessoa para outra.
Para isso, é necessário contato próximo. O período de incubação pode chegar a cerca de seis semanas, e tripulantes, passageiros e pessoas que tiveram contato com eles foram colocados em quarentena em vários países europeus.
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