Entre as mudanças, estão:
- o aumento da renda máxima para acesso ao crédito,
- ampliação do valor financiado,
- redução das taxas de juros,
- prazo maior para pagamento.
➡️Pelas novas regras, a renda familiar permitida subiu de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil.
➡️O valor máximo do financiamento passou de R$ 30 mil para R$ 50 mil.

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Também houve corte nas taxas de juros.
- Para famílias com renda de até R$ 3,2 mil, a taxa caiu de 1,17% para 0,99% ao mês.
- Para quem recebe acima desse valor, a taxa foi reduzida de 1,95% para 0,99% ao mês.
Outra mudança anunciada foi a ampliação do prazo de amortização, que passou de 60 para 72 meses.
Além disso, o Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab) passará a garantir todos os financiamentos realizados pelo programa.
Apesar do anúncio, o governo ainda não detalhou como o programa deve funcionar a partir das novas possibilidades. Criado no fim do ano passado, a iniciativa é responsabilidade da Caixa Econômica Federal, que atua como operadora do crédito.
Unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Imperatriz (MA). — Foto: Ricardo Stuckert/PR
Novo formato de crédito
As mudanças ocorrem em ano eleitoral e reforçam a aposta do governo em programas de apelo popular.
O Reforma Casa Brasil parte do diagnóstico de que o déficit habitacional brasileiro não se restringe à falta de moradias, mas também à inadequação das que já existem.
Cidadãos que forem beneficiados com o crédito podem usar os recursos para compra de materiais, pagamento de mão de obra e serviços técnicos, como projetos e acompanhamento de obras.