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Quaest: 82% concordam que o STF precisa de um código de ética para os ministros

por Redação


Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) mostra que a maioria dos brasileiros concordam que o Supremo Tribunal Federal (STF) precisa de um código de ética e conduta para os ministros da Corte.
Veja os números:
– Concorda com a frase: “O STF precisa de um código de ética e conduta para os ministros”
Concorda: 82%;
Não concorda nem discorda: 1%;
Discorda: 10%;
Não sabe/não respondeu: 7%.
Quaest perguntou aos entrevistados se concordam que o STF precisa de um código de ética para os ministros
Arte/g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
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Código de conduta no STF
Código de conduta é tema no primeiro dia de julgamento do ano no STF
No começo de fevereiro, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a elaboração de um Código de Ética para o tribunal é um compromisso da sua gestão. Ele também disse que o momento do país e da Corte é de “ponderações e autocorreção”. A fala foi feita durante sessão de abertura do ano no STF.
🔎Um Código de Ética é um documento formal que reúne os princípios, valores e normas de conduta que devem guiar o comportamento de todos os membros de uma instituição.
“Sem embargo desses reconhecimentos, o momento histórico é também de ponderações e de autocorreção. É hora de um reencontro com o sentido essencial da República, da tripartição real de Poderes e da convivência harmônica e independente, com equilíbrio institucional. Somos todos chamados a essa arena”, disse o presidente do STF.
Fachin defende a criação do Código de Ética, principalmente após críticas no meio político e na sociedade sobre a conduta do ministro Dias Toffoli, do STF, à frente das investigações de fraudes do Banco Master. Toffoli admitiu nesta quinta-feira (12) ser sócio da empresa Maridt, que vendeu resort Tayayá, no Paraná, para fundos ligados ao Master. Na ocasião, o ministro também negou amizade ou pagamentos de Vorcaro a ele.

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