
Homem foi preso pelas polícias Civil e Militar
Polícia Civil/Divulgação
As polícias Civil e Militar cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 40 anos, investigado por violência doméstica contra a companheira em Taiobeiras, no Norte de Minas. A prisão ocorreu durante a operação Mulher Segura, realizada em âmbito nacional. (Leia mais abaixo)
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil nesta quarta-feira (3), o investigado possui histórico de agressões físicas, violência psicológica, ameaças e comportamentos de controle sobre a mulher. De acordo com as apurações, o relacionamento era marcado por sucessivos episódios de violência.
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“A vítima relatou à polícia ter sofrido agressões verbais e físicas ao longo dos anos, incluindo socos, chutes, enforcamento, perseguições e ameaças graves”, informou a PCMG.
Ainda conforme a corporação, o caso mais recente ocorreu em março deste ano. Após uma discussão, o homem teria agredido a companheira e a mantido trancada dentro de casa. A mulher conseguiu acionar a polícia, mas o suspeito fugiu antes da chegada das equipes e não foi localizado na ocasião.
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Diante da gravidade dos fatos, da reincidência das condutas violentas e do risco à integridade da mulher, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado e o pedido foi deferido pelo Poder Judiciário.
Operação Mulher Segura
A ação em Taiobeiras faz parte de uma operação nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com os estados, para fortalecer a prevenção, a repressão qualificada e a conscientização sobre a violência de gênero.
As atividades incluem o cumprimento de mandados de prisão contra agressores, a fiscalização de medidas protetivas e a realização de ações educativas.
Em nota enviada à imprensa, a delegada titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Taiobeiras, Mayra Coutinho, destacou que “a violência doméstica costuma ocorrer de forma progressiva, tornando-se cada vez mais grave ao longo do tempo”.
Ela ressaltou ainda que “a denúncia e a busca por ajuda são essenciais para romper esse ciclo e preservar vidas”.
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