A Renault anunciou nesta quarta-feira (26) que a linha 2027 do Kwid terá o preço reduzido em R$ 11,6 mil, partindo de R$ 71.190 até R$ 84.890. Assim, o hatch segue sendo o carro zero mais barato do Brasil. Veja abaixo.
- Renault Kwid: entre R$ 71.190 e R$ 84.890;
- Fiat Mobi: entre R$ 85.490 e R$ 87.990;
- Citroën C3: entre R$ 88.990 e R$ 116.990.
O hatch compacto também ganhou novo visual e uma central multimídia maior.
Por fora, as mudanças são sutis e aparecem principalmente na dianteira. A grade de entrada de ar está mais fina, e há mais plástico preto fosco, que agora sobe a partir do para-choques e reduz o destaque dos faróis. No modelo anterior, eles eram envolvidos pela pintura na cor da carroceria.
Outro detalhe é o logo atualizado da Renault. Ele segue o padrão já adotado em Boreal, Koleos e Kardian. Nesses modelos, o emblema tem linhas mais finas e abre mão do losango com preenchimento interno.
Agora no g1
Internamente, as mudanças são mais visíveis:
- A central multimídia passa de 8 para 10,1 polegadas, deixa o centro do console e passa a ficar no topo, integrada ao painel de instrumentos;
- O painel de instrumentos ganha uma tela maior, colorida e personalizável;
- O volante passa a ter botões para controlar a mídia e personalizar as informações exibidas no painel digital.
Renault Kwid 2027 — Foto: divulgação/Renault
O porta-malas continua com 290 litros, capacidade que o coloca à frente dos 200 litros do Fiat Mobi e atrás dos 310 litros do Citroën C3. O porte e o motor do novo Kwid também seguem inalterados (veja a ficha técnica abaixo).
O consumo, porém, mudou conforme o cenário. A diferença é bastante pequena, mas, na cidade, o novo Kwid faz:
- Gasolina: 14,7 km/l, contra 14,4 km/l;
- Etanol: 10,2 km/l, contra 10,4 km/l.
- Gasolina: 15 km/l, contra 15,4 km/l;
- Etanol: contra 10,6 km/l, contra 10,7 kml.
Renault Kwid 2027
1/7
Renault Kwid 2027 — Foto: divulgação/Renault
Mesmo com preços mais baixos, os carros de entrada não vendem tanto. Entre janeiro e julho de 2026, dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que esses modelos responderam por menos de 10% das vendas de carros zero quilômetro no país.