Índice
Outros 24% afirmam que a economia melhorou, enquanto 26% avaliam que ficou do mesmo jeito (eram 30% na pesquisa anterior).
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março.
A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
- Economia piorou: 48% (eram 43%, em fevereiro);
- Melhorou: 24% (eram 24%);
- Ficou do mesmo jeito: 26% (eram 30%);
- Não sabem/não responderam: 2% (eram 3%).

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Entre os eleitores independentes, considerados cruciais para a disputa presidencial de outubro, 50% acham que a economia piorou.
Esse grupo equivale a 32% do eleitorado, segundo a Quaest, e é formado por pessoas que não se consideram nem de direita, nem de esquerda, nem bolsonaristas, nem lulistas.
Isenção do IR
- Sim: 31%
- Não: 66%
- NS/NR: 33%
Não houve mudança significativa em relação à pesquisa anterior, de fevereiro de 2026, quando 30% responderam que foram beneficiados e 67%, não.
Expectativa para o futuro da economia
A pesquisa também perguntou qual é a expectativa dos entrevistados para a economia nos próximos 12 meses. E os números mostram uma visão menos otimista.
O índice dos que acham que vai melhorar era de 48% em janeiro, 43% em fevereiro e é de 41% agora.
O grupo dos que esperam uma piora da economia era de 28% em janeiro, passou para 29% em fevereiro e chegou a 34% agora.
- Vai melhorar: 41% (eram 43%, em fevereiro);
- Vai piorar: 34% (eram 29%);
- Vai ficar do mesmo jeito: 21% (eram 24%);
- Não sabem/não responderam: 4% (eram 4%).
Preço dos alimentos
A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao preço dos alimentos nos mercados. 58% dizem que o preço subiu, 24% que ficou igual e 16% que caiu. Veja números:
- Subiu: 58% (eram 56%, em fevereiro);
- Ficou igual: 24% (eram 24%);
- Caiu: 16% (eram 18%).
- Não sabem/não responderam: 2% (era 2%)
Poder de compra
Sobre poder de compra, 64% dizem que conseguem comprar menos do que um ano atrás, 14% afirmam que conseguem comprar mais e 21% consideram que não há diferença.
- Menos: 64% (eram 61%, em fevereiro);
- Mais: 14% (eram 15%);
- O mesmo tanto: 21% (eram 23%);
- Não sabem/não responderam: 1% (eram 1%)
Mercado de trabalho
A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao mercado de trabalho: 50% dizem que está mais difícil conseguir emprego hoje, e 40% consideram que está mais fácil.
- Mais difícil: 50% (eram 49%, em fevereiro);
- Mais fácil: 40% (eram 39%);
- Igual: 4% (eram 5%);
- Não sabem/não responderam: 6% (eram 7%).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em discurso no Fórum Economia Azul e Finanças, na França — Foto: Ludovic Marin/Reuters