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Quaest: 32% dizem que apoio de Trump a Flávio Bolsonaro aumenta chance de votar em Lula; 28%, no senador

por Redação
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Quaest sobre apoio de Trump a Flávio Bolsonaro nas eleições 2026
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (13) aponta que o apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência aumentaria a chance de 28% dos entrevistados de votarem no senador. Para 32%, o apoio do americano beneficiaria a candidatura do presidente Lula (PT) À reeleição, com 32% dizendo que aumentaria a chance de votar no petista.
19% dos entrevistados dizem que o apoio de Trump aumentaria a chance de votarem em um candidato de terceira via (nem Lula, nem Flávio). Ainda, 14% afirmam que o apoio do presidente americano não mudaria o voto ou não faria diferença, e 7% não souberam ou não responderam.
Veja os números sobre o potencial apoio de Trump a Flávio Bolsonaro:
Aumenta as chances de votar em Flávio Bolsonaro: 28%;
Aumenta as chances de votar em Lula: 32%;
Aumenta as chances de votar em outro candidato que não seja Flávio Bolsonaro ou Lula: 19%;
Não muda/não fará diferença: 14%
Não sabe/não respondeu: 7%.
Impacto do potencial apoio de Trump ao Flávio Bolsonaro nas eleições
Arte/g1
“Trump parece mais atrapalhar que ajudar a candidatura da oposição. Quando perguntados, 32% dos brasileiros afirmam que um apoio de Trump a Flávio faria com que aumentassem as chances de votar em Lula, 28% aumentariam as chances de votar em Flávio, 19% de votar em outro nome e 14% não são afetados pelo apoio de Trump”, explica Felipe Nunes, diretor da Quaest
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
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O que a pesquisa mostra:
Entre os que se declaram bolsonaristas, 80% afirmam que o apoio do presidente americano aumentaria as chances de votar em Flávio Bolsonaro. Já entre os lulistas, o efeito é inverso: 79% dizem que o gesto de Trump aumentaria sua disposição de votar em Lula;
Entre os eleitores que se dizem independentes, 33% afirmam que o apoio de Trump os levaria a buscar um candidato que não seja nem Lula, nem Flávio;
O apoio de Trump encontra maior ressonância entre os evangélicos, grupo em que 36% dizem que as chances de votar no senador Flávio Bolsonaro aumentariam. Entre os católicos, a tendência favorece o atual presidente: 35% afirmam que o apoio do republicano ao adversário aumentaria as chances de votarem em Lula;
O apoio do presidente americano tem maior impacto positivo entre os homens, grupo em que 34% afirmam que as chances de votar em Flávio Bolsonaro aumentariam. Entre as mulheres, o efeito beneficia mais o presidente Lula: 33% dizem que o apoio de Trump ao senador aumentaria a disposição de votar no petista;
O potencial de voto em Flávio Bolsonaro impulsionado por Trump é maior na faixa de 35 a 44 anos (29%). Já entre os mais jovens (16 a 24 anos), o apoio do republicano gera o maior desejo de buscar uma alternativa: 22% afirmam que aumentaria a chance de votar em um candidato de terceira via. Entre os idosos (60 anos ou mais), 37% dizem que o apoio de Trump aumentaria a chance de votar em Lula;
A influência de Trump é mais forte para Flávio Bolsonaro entre quem ganha mais de 5 salários mínimos, onde 35% dizem que as chances de votar nele aumentariam. Para quem ganha até 2 salários mínimos, o movimento é favorável a Lula: 40% afirmam que o apoio de Trump ao senador aumentaria a chance de votar no atual presidente;
O Sul é a região com maior intensão de votar em Flávio por conta de um apoio de Trump (35%). Já no Nordeste, 50% dizem que se Trump apoiar o senador, aumenta as chances do voto em Lula.
Rejeição aos EUA cresce e atinge maior patamar desde 2023
Segundo o levantamento da Quaest, a opinião desfavorável dos brasileiros sobre os Estados Unidos está em 48% em março de 2026, mesmo percentual de agosto de 2025. O índice de rejeição cresceu desde outubro de 2023, quando era de 25%.
A avaliação favorável aos americanos recuou para 38% (eram 44% em agosto passado). Em fevereiro de 2024, o prestígio dos EUA pelos brasileiros era de 58%.
Lula e Flávio Bolsonaro
Reprodução

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