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Preço dos alimentos em abril: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato no mês | G1

por Gilberto Cruz
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Apesar disso, o ritmo de aumento do preço dos alimentos desacelerou em relação a março, quando o grupo havia registrado alta de 1,56%.

A inflação da alimentação em casa subiu 1,64% e foi a que mais impactou índice. A alta foi impulsionada pelos aumentos da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%).

Por outro lado, o café moído (-2,30%) e o frango em pedaços (-2,14%) foram algumas das principais quedas do mês.

Já alimentação fora de casa subiu menos, registrando alta de 0,59%, com o lanche saindo de 0,89% em março para 0,71% em abril e a refeição, de 0,49% para 0,54%, no mesmo período.

A seguir, veja as principais altas e quedas nos preços dos alimentos em abril, em relação a março.

Alimentos que mais encareceram ⬆️

  • Cenoura: 26,63%
  • Morango: 17,35%
  • Pimentão: 14,1%
  • Melancia: 13,77%
  • Leite longa vida: 13,66%
  • Cebola: 11,76%
  • Melão: 10,38%
  • Repolho: 10,32%
  • Pepino: 8,11%
  • Peixe-anchova: 7,15%
  • Açaí (emulsão): 6,95%
  • Peixe-serra: 6,93%
  • Peito: 6,89%
  • Peixe-cavala: 6,88%
  • Coentro: 6,78%
  • Batata-inglesa: 6,57%
  • Manga: 6,3%
  • Tomate: 6,13%
  • Laranja-baía: 5,28%
  • Uva: 4,44%

Alimentos que mais baratearam ⬇️

  • Laranja-lima: -7,96%
  • Banana-maçã: -7,85%
  • Abobrinha: -7,36%
  • Inhame: -6,53%
  • Peixe-aruanã: -6,22%
  • Maracujá: -5,36%
  • Peixe-filhote: -3,72%
  • Leite de coco: -3,57%
  • Abacate: -3,56%
  • Maçã: -3,25%
  • Peixe-cação: -2,35%
  • Café moído: -2,3%
  • Mamão: -2,24%
  • Frango em pedaços: -2,14%
  • Doce de frutas em pasta: -2,06%
  • Banana-d’água: -2,01%
  • Carne de porco: -1,93%
  • Peixe-pintado: -1,85%
  • Peixe-sardinha: -1,79%
  • Mandioca (aipim): -1,62%

Como foi a inflação em abril

No mês, a inflação subiu 0,67%, uma desaceleração em relação a março, quando os preços haviam avançado 0,88%.

Já na comparação com os últimos 12 meses, a trajetória foi de aceleração: a inflação passou de 4,14% até março para 4,39% em abril. No mesmo mês do ano passado, o IPCA havia registrado variação mensal de 0,43%.

🎯 Mesmo com esse resultado, o índice segue dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2026, o objetivo é manter o IPCA em 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, essa meta passou a ser contínua — isso significa que o cumprimento é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

O grupo Alimentação e bebidas foi o que mais pressionou a inflação de abril, respondendo sozinho por 0,29 ponto percentual do IPCA. Na sequência, apareceu Saúde e cuidados pessoais, com impacto de 0,16 ponto percentual.

Juntos, os dois grupos concentraram a maior parte da alta dos preços no mês e foram responsáveis por cerca de 67% do resultado do mês.

Veja o resultado dos grupos do IPCA:

  • Alimentação e bebida: 1,34%;
  • Habitação: 0,63%;
  • Artigos de residência: 0,65%;
  • Vestuário: 0,52%;
  • Transportes: 0,06%;
  • Saúde e cuidados pessoais: 1,16%;
  • Despesas pessoais: 0,35%;
  • Educação: 0,06%;
  • Comunicação: 0,57%.

Preço dos alimentos em abril: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato — Foto: Celso Tavares/g1

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