Japão abre mercado para carne bovina argentina após 20 anos, diz ministro | G1

Japão abre mercado para carne bovina argentina após 20 anos, diz ministro | G1

Informação foi publicada no X pelo ministro da Economia argentino, Luis Caputo. Brasil também negocia abertura com o país asiático.


  • O Japão abriu seu mercado para a carne bovina argentina após 20 anos, anunciou o ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, nesta quarta-feira (30).

  • A autorização vale para regiões argentinas livres de febre aftosa com vacinação. O Japão importa mais de US$ 3 bilhões em carne bovina anualmente.

  • O Brasil também negocia com o Japão há mais de 20 anos. A abertura brasileira ainda depende da conclusão de uma análise de riscos sanitários japonesa.

Imagem de carne bovina tirada em La Reja, Argentina. — Foto: José Ignacio Pompé/Unplash

O Japão abriu seu mercado à carne bovina da Argentina após 20 anos, informou o ministro da Economia argentino, Luis Caputo, nesta quarta-feira (30).

Em uma publicação no X, Caputo afirmou que os dois países chegaram a um acordo após a definição das exigências sanitárias para a importação. A autorização vale para a carne produzida em regiões da Argentina livres de febre aftosa com vacinação.

Segundo ele, os dois países definiram as exigências sanitárias para a entrada de carne produzida em uma zona da Argentina livre de febre aftosa com vacinação. As negociações começaram em 2024.

“Trata-se de um acordo histórico”, afirmou Caputo, em uma publicação no X.

Agora no g1

O ministro destacou que o Japão importa mais de US$ 3 bilhões em carne bovina de alta qualidade por ano.

“Essa abertura cria novas oportunidades para a produção e as exportações argentinas. Além disso, reconhece a qualidade da nossa carne e a solidez do nosso sistema sanitário”, escreveu.

O Brasil também negocia a abertura do mercado japonês à carne bovina há mais de 20 anos. As negociações envolvem uma série de exigências sanitárias e auditorias para avaliar os controles brasileiros contra doenças como a febre aftosa.

Até meados de setembro deste ano, porém, a abertura ainda dependia da conclusão da análise de riscos sanitários pelo Japão. O reconhecimento de que o Brasil está livre de aftosa sem vacinação, portanto, não significa uma autorização automática para exportar ao país.

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