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Ipsos-Ipec: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo, 32% como ótimo ou bom e 28% como regular

por Gilberto Cruz
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Ipsos-Ipec: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo, 32% como ótimo ou bom e 28% como regular
Pesquisa Ipsos-Ipec feita entre 13 e 17 de junho aponta que o governo Lula (PT) é considerado ruim ou péssimo por 38% dos brasileiros e ótimo ou bom por 32%. Quem vê a gestão como regular soma 28%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22).
A avaliação como ruim ou péssima do presidente segue maior que a ótima ou boa, apesar de ter oscilado dentro da margem de erro para baixo na comparação com março, quando era de 40%. Já a avaliação ótima ou boa era de 33%.
O percentual de pessoas que consideram o governo Lula regular subiu de 24% para 28% desde março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Veja os números:
⁠Ipsos-Ipec: Avaliação do Governo Federal (junho de 2026)
Arte/g1
Ruim ou péssimo: 38% — eram 40% em março;
Ótimo ou bom: 32% — eram 33%;
Regular: 28% — eram 24%;
Não sabem ou não responderam: 2% — eram 3%.
Segundo Márcia Cavallari, diretora da Ipsos-Ipec, “apesar da pequena melhora na avaliação regular, o saldo do governo ainda é negativo” e o cenário segue marcado por “opiniões consolidadas e polarizadas”.
O levantamento ouviu 2 mil eleitores em 130 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Quem avalia Lula bem ou mal
A avaliação positiva do governo Lula se sobressai entre:
quem declara ter votado em Lula em 2022: 62%;
moradores do Nordeste: 47%;
entrevistados com ensino fundamental: 47%;
quem tem renda familiar de até 1 salário mínimo: 41%;
católicos: 38%.
Já a avaliação negativa é mais acentuada entre:
quem declara ter votado em Jair Bolsonaro em 2022: 74%;
quem tem renda familiar acima de 5 salários mínimos: 54%;
evangélicos: 49%;
entrevistados com ensino superior: 46%;
moradores do Sudeste: 44%.
Aprovação do governo Lula
A pesquisa Ipsos-Ipec também perguntou se os brasileiros aprovam ou desaprovam a maneira como Lula está governando o país. Segundo a pesquisa, 44% aprovam e 50% desaprovam. Outros 6% não sabem ou não responderam.
Em março, a aprovação era de 43%, e a desaprovação, de 51%.
Veja os números:
Ipsos-Ipec: Aprovação da forma como o presidente administra o país (junho de 2026)
Arte/g1
Desaprova: 50% — eram 51%;
Aprova: 44% — eram 43% em março;
Não sabem ou não responderam: 6% — mesmo índice de março.
Entre os que avaliam o governo como regular, 47% aprovam a forma como Lula administra o país, enquanto 41% desaprovam e 12% não sabem responder.
Confiança no presidente
A pesquisa também mediu a confiança dos brasileiros no presidente. 41% dizem confiar em Lula, enquanto 56% afirmam não confiar. Outros 3% não sabem ou não responderam.
Veja os números:
⁠Ipsos-Ipec: Confiança no presidente Lula (junho de 2026)
Arte/g1
Não confia: 56% — mesmo índice de março;
Confia: 41% — eram 40% em março;
Não sabem ou não responderam: 3% — eram 4%.
Percepção sobre o governo
O levantamento aponta que, para 42%, o governo Lula está pior do que o esperado. Para 32%, está igual ao que esperavam. Outros 23% dizem que o governo está melhor.
Em março, 43% avaliavam o governo como pior do que o esperado, 28% diziam que estava igual, e 25% afirmavam que estava melhor.
Veja os números:
⁠Ipsos-Ipec: Percepção sobre o Governo Federal (junho de 2026)
Arte/g1
Pior: 42% — eram 43% em março;
Igual: 32% — eram 28%;
Melhor: 23% — eram 25%.
Percepção da situação econômica
A pesquisa Ipsos-Ipec também perguntou sobre a situação econômica do Brasil nos últimos seis meses. Para 41%, a economia está pior. Outros 30% dizem que está igual, e 25% afirmam que está melhor.
Veja os números:
⁠Ipsos-Ipec: Percepção em relação à situação econômica nos últimos seis meses (junho de 2026)
Arte/g1
Pior: 41% — eram 42% em março;
Igual: 30% — eram 28%;
Melhor: 25% — eram 27%;
Não sabem ou não responderam: 4% — eram 3%.
Lula no G7
LUDOVIC MARIN / AFP
Expectativa para a economia
Sobre a expectativa para os próximos seis meses, 36% dos entrevistados acreditam que a situação econômica do Brasil estará melhor. Outros 32% dizem que estará pior, e 25% avaliam que ficará igual.
O resultado mostra uma inversão em relação a março: naquele levantamento, os pessimistas eram 36%, e os otimistas, 33%.
Veja os números:
⁠Ipsos-Ipec: Expectativas em relação à situação econômica daqui a seis meses (junho de 2026)
Arte/g1
Melhor: 36% — eram 33% em março;
Pior: 32% — eram 36%;
Igual: 25% — eram 23%;
Não sabem ou não responderam: 7% — eram 8%.

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