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Anunciado em maio, subsídio foi definido em R$ 0,44 por litro da gasolina para tentar conter efeitos guerra na economia brasileira. Com alta do petróleo, há pressão sobre preços dos combustíveis, algo que se reverbera por toda economia.
Diante da retomada da guerra no Oriente Médio nas últimas semanas, a equipe econômica deve anunciar a prorrogação, por mais dois meses, da chamada “subvenção”, um tipo de subsídio, para manter o preço da gasolina mais baixo.
De acordo com interlocutores da pasta, a decisão deve ser anunciada até o fim de semana — quando termina o prazo atual fixado para o benefício.
Com alta do petróleo, há pressão sobre os preços dos combustíveis, algo que se reverbera por toda economia (leia mais abaixo).

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O subsídio é pago diretamente aos produtores e importadores de gasolina, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
— Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Cronologia da guerra
A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, travou o fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz — corredor marítimo no Golfo Pérsico por onde passa cerca de 20% do petróleo global. Com isso, o barril do petróleo, principal matéria-prima dos combustíveis, superou os US$ 100.
“Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (…) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou”, afirmou Trump, na ocasião, quando perguntado se o acordo teria “morrido”.
