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Em pronunciamento, Lula pede para que brasileiros reflitam sobre como tratam mulheres e defende mais ações contra o feminicídio

por Redação
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Presidente Lula durante pronunciamento sobre o Dia Internacional da Mulher
Reprodução
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pede para brasileiros refletirem sobre como tratam as mulheres e defende o combate ao feminicídio, em um pronunciamento anual do Dia da Mulher, feito na noite deste sábado (7), em transmissão para todo o Brasil.
“Como o nosso país trata as mulheres? E mais do que isso: Como nós, homens brasileiros, tratamos as mulheres? Precisamos começar encarando a realidade, por mais dura que ela seja. A cada 6 horas, um homem mata uma mulher no Brasil. Cada feminicídio é o resultado de uma soma de violências diárias, silenciosas, naturalizadas”, falou Lula.
Em pronunciamento, Lula pede para que brasileiros reflitam sobre como tratam mulheres e defende combate ao feminicídio
Nesta semana, os Três Poderes da República assinara no Palácio do Planalto, o “Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio”. A proposta do governo é criar uma frente ampla nacional de combate aos crimes que vem aumentando a cada ano.
“Violência contra a mulher não é questão privada onde ninguém mete a colher. É crime. E vamos sim meter a colher”, afirmou o presidente.
O pacto, batizado com o lema “Todos Por Todas”, tem como eixos principais a prevenção, a proteção, a responsabilização de agressores e a garantia de direitos para mulheres vítimas de violência de gênero.
“O Brasil que queremos não é um país onde as mulheres apenas sobrevivam. É um país onde elas possam viver em segurança, com liberdade para se divertir, trabalhar, empreender e prosperar”, finalizou o presidente.
O presidente ainda afirmou que novas operações de combate ao feminicídio vão acontecer no país para trazer mais segurança para as mulheres no país e prometeu:
implantar o rastreamento eletrônico de agressores cujas vítimas estejam com medida protetiva;
ampliar e fortalecer as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher e as Procuradorias da Mulher;
a criação do Centro Integrado da Segurança Pública, com unificação de dados e monitoramento de agressores;
também ampliando a rede de unidades dos Centros de Referência e das Casas da Mulher Brasileira, que oferecem serviços especializados para as vítimas de violência doméstica e seus filhos.
Pacto contra o feminicídio
A iniciativa uniu Executivo, Legislativo e Judiciário em um compromisso institucional para enfrentar a violência letal contra mulheres e meninas no Brasil.
Três Poderes lançam pacto contra o feminicídio
Apesar de o anúncio do pacto contar com diretrizes iniciais, o governo ainda não apresentou detalhes práticos sobre a execução das políticas de enfrentamento ao feminicídio (leia mais abaixo).
O lançamento ocorreu no Salão Nobre do Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e de autoridades de todos os Poderes.
“Quando uma mulher é violentada, é o Brasil que sangra. E nós não aceitaremos mais sangrar em silêncio”, disse Lula em pronunciamento.

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