O indicador caiu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior, quando estava em 5,6%, e recuou 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo período de 2024, que registrava 6,2%.
Veja os destaques da pesquisa
- Taxa de desocupação: 5,1%
- População desocupada: 5,5 milhões de pessoas
- População ocupada: 103 milhões
- População fora da força de trabalho: 66,2 milhões
- População desalentada: 2,6 milhões
- Empregados com carteira assinada: 39,42 milhões
- Empregados sem carteira assinada: 13,6 milhões
- Trabalhadores por conta própria: 26,1milhões
- Trabalhadores informais: 38,7 milhões
- Taxa de informalidade: 37,6%
A população desocupada somou 5,5 milhões de pessoas, o menor contingente da série histórica. O número recuou 9,0% no trimestre, o equivalente a 542 mil pessoas a menos, e caiu 17,7% na comparação anual, com redução de cerca de 1,2 milhão.
Já a população ocupada alcançou 103,0 milhões de pessoas, novo recorde da série histórica. O total avançou 0,6% no trimestre, com acréscimo de 565 mil pessoas, e cresceu 1,1% no ano, o que representa mais 1,2 milhão de ocupados.
O nível da ocupação — proporção de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar — também atingiu o maior patamar da série, ao chegar a 58,9%. O indicador subiu 0,2 ponto percentual no trimestre e permaneceu estável na comparação anual.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 13,4%, a menor da série histórica. O indicador recuou 0,5 ponto percentual frente ao trimestre anterior e caiu 1,8 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2024.
A população subutilizada totalizou 15,3 milhões de pessoas, patamar semelhante ao menor já registrado, no trimestre encerrado em dezembro de 2014. O contingente diminuiu 3,3% no trimestre, com redução de 515 mil pessoas, e recuou 12,3% no ano, o equivalente a 2,1 milhões a menos.
Já a população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas somou 4,5 milhões de pessoas, mantendo-se estável no trimestre e apresentando queda de 7,1% na comparação anual, com redução de 343 mil.
A população fora da força de trabalho foi estimada em 66,2 milhões de pessoas. O número ficou estável no trimestre, mas cresceu 2,1% no ano, o que representa um aumento de 1,3 milhão de pessoas.
A população desalentada chegou a 2,6 milhões de pessoas, sem variação significativa no trimestre e com queda de 11,5% no ano, o equivalente a 343 mil pessoas a menos. O percentual de desalentados ficou em 2,4%, mantendo-se estável no trimestre e recuando 0,3 ponto percentual na comparação anual.
Por fim, o número de empregados no setor privado atingiu 53,0 milhões de pessoas, também um recorde da série histórica. O contingente não apresentou variação significativa no trimestre, mas cresceu 1,1% no ano, com acréscimo de 578 mil trabalhadores.

Entenda como o desemprego é calculado no Brasil
*Reportagem em atualização