Caiado propõe idade mínima de 60 anos para ministros do Supremo e quarentena para ex-integrantes da Corte

Caiado propõe idade mínima de 60 anos para ministros do Supremo e quarentena para ex-integrantes da Corte


O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) durante agenda na capital paulista
Reprodução/TV Globo
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) propôs, nesta sexta-feira (4), mudanças nas regras para a escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas defendidas por ele estão a exigência de idade mínima de 60 anos para assumir uma cadeira na Corte e uma quarentena para ministros que deixarem o tribunal.
Segundo Caiado, após assumir o cargo, o ministro teria de cumprir quatro anos de impedimento para voltar ao exercício da profissão e oito anos de quarentena antes de exercer atividade político-partidária. A proposta foi feita após uma visita ao Google, na capital paulista.
Caiado também defendeu que os indicados ao STF tenham currículo reconhecido na área jurídica, com pareceres na área constitucional, além de uma trajetória que, segundo ele, demonstre postura ética.
“Só após 60 anos de idade a pessoa poderá assumir no Supremo Tribunal Federal e que seja uma pessoa cujo currículo é conhecido na área jurídica”, afirmou.
“Seja uma pessoa que tenha pareceres na área da Constituição também, como referência, que sejam pessoas que tenham uma vida [ilibada], uma postura ética”, emendou.
O candidato disse que, caso seja eleito, pretende encaminhar a proposta ao Congresso.
Tecnologia
O candidato também prometeu, caso seja eleito, dobrar os investimentos em tecnologia no país.
“O que eu quero, chegando ao governo, à Presidência, é dobrar o investimento no Ministério da Ciência e Tecnologia. Eu quero buscar aquilo que o Brasil está [há] 30 anos atrasado. Não teve nenhuma política estruturante realmente para que nós saíssemos daquela posição de um Brasil exportador de matéria bruta para ser exportador de tecnologia, de inovação e do conhecimento.”
Ele também destacou a falta de um “marco civil da inteligência artificial”. “Isso faz com que trave toda a nossa capacidade de desenvolvimento no Brasil”, afirmou.
Agora no g1

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