A nova correção também aumenta os demais valores que compõem o benefício:
- O pagamento por integrante da família, chamado de Benefício de Renda de Cidadania, passa de R$ 142 para R$ 164;
- O adicional para crianças pequenas sobe de R$ 150 para R$ 173; e
- O benefício para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes passa de R$ 50 para R$ 58.
A mudança marca mais uma etapa de uma trajetória que começou há quase 23 anos. Veja o histórico recente abaixo.
A criação do Bolsa Família
O programa foi criado em outubro de 2003 pela Medida Provisória nº 132 e posteriormente consolidado pela Lei nº 10.836, de janeiro de 2004. Na época, o valor médio variava entre R$ 67 e R$ 72.
O programa não contava com um piso definido e o valor recebido pelas famílias poderia ser maior ou menor de acordo com outros critérios. Isso só mudou em 2021, quando um valor mínimo foi determinado.
Em 2021, muda o nome e a lógica do pagamento
A principal mudança aconteceu no fim de 2021, quando o programa deixou de se chamar Bolsa Família e passou a ser chamado de Auxílio Brasil.
Além da troca de nome, mudou a forma de calcular o valor recebido. O programa passou a ter diferentes benefícios, além de um valor mínimo garantido por família.
Na primeira fase do Auxílio Brasil, esse mínimo era de R$ 400. Em agosto de 2022, passou para R$ 600.
Em 2023, volta o Bolsa Família
Em 2023, o programa retomou o nome Bolsa Família e continuou com o piso de R$ 600 por família. Também passou a considerar o número e o perfil dos integrantes da família para definir o valor recebido.
Quando a soma dos benefícios da família não chega ao piso, é pago um complemento até atingir esse valor mínimo.
Cadastro do Bolsa Família e BPC para quem mora sozinho pode ser atualizado sem visita em casa em Salvador — Foto: Governo Federal