Segundo a companhia, a solicitação foi feita após o cumprimento das obrigações previstas no plano aprovado pelos credores, dentro do prazo legal de até dois anos após a homologação.
O pedido inclui todas as empresas do grupo, também em recuperação judicial, e foi protocolado na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Se aprovado, marcará o fim de uma etapa da maior crise da história da companhia.
O caso foi desencadeado pela descoberta de um esquema de fraude que revelou um rombo bilionário e levou a um endividamento superior a R$ 50 bilhões, dos quais cerca de R$ 42 bilhões foram incluídos na recuperação judicial. (leia mais abaixo)
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O movimento ocorre após a fase mais crítica da crise financeira iniciada em 2023 e agora depende de decisão da Justiça para o encerramento formal do processo.
Em fato relevante, a Americanas afirmou que manterá o mercado informado sobre os desdobramentos.
Relembre o caso Americanas
Após o caso se tornar público, Sergio Rial, que estava à frente da presidência da Americanas havia apenas nove dias, deixou o comando da empresa. Ele havia assumido o posto no lugar de Miguel Gutierrez.
Em uma conferência após sua demissão, Rial disse que “a primeira grande conclusão é que não estamos falando de um número que está fora do balanço”.
“A questão é que ele não está registrado de forma apropriada ao longo dos últimos anos”, acrescentou.