S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita riscos | G1

S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita riscos | G1

S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco

Empresa de análises financeiras e classificação de risco avaliou que houve ‘aumento da incerteza’ jurídica em relação ao plano de capitalização do banco. Avaliação é de quinta-feira (19).


  • A S&P Global rebaixou o Banco de Brasília (BRB) para o nível brB-.

  • Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

  • Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

  • Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, “uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB”.

Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A S&P Global – empresa de análises financeiras e classificação de risco – rebaixou o Banco de Brasília (BRB) para o nível ‘brB-‘.

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

“Em nossa visão, os riscos jurídicos e políticos podem dificultar o plano de capitalização do banco, que também precisará de maiores níveis de provisionamento diante das perdas esperadas dos ativos adquiridos do Banco Master”, aponta a S&P Global no comunicado desta quinta-feira (19).

Entenda a avaliação

Justiça autoriza repasse dos imóveis públicos ao BRB

Segundo o documento, após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, o BRB vem avaliando os possíveis impactos da aquisição de ativos do Banco Master, já que o Banco de Brasília queria comprar o Master.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, “uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB”. E a avaliação é de que houve um aumento da incerteza jurídica em relação ao plano de capitalização do banco.

“Nesse contexto, rebaixamos nosso rating de longo prazo do BRB de ‘brBB’ para ‘brB-‘ e reafirmamos o rating de curto prazo de ‘brB’ da instituição”, aponta a avaliação.

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