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Justiça condena acusados de envolvimento na morte de árbitro de futebol em MG

por Editor
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O julgamento aconteceu no Fórum de Poços de Caldas. Os réus William Barbosa de Melo e Guilherme Augusto Pedreiro foram denunciados pelos crimes de homicídio qualificado por recurso que dificultou a defesa da vítima, porque os suspeitos agiram com superioridade numérica contra uma pessoa idosa, e furto qualificado.

Guilherme Augusto Pedreiro, padrasto da criança que supostamente teria sido vítima da tentativa de abuso, foi condenado a 18 anos e 10 meses de prisão em regime fechado por homicídio qualificado e furto.

William Barbosa de Melo também foi condenado por homicídio qualificado, mas foi absolvido pelo conselho de sentença do crime de furto. Ele foi sentenciado a 18 anos de prisão em regime fechado.

Os jurados não reconheceram que Zuza teria abusado da criança.

Segundo o promotor de Justiça Diogo Maciel Lazarini, há ainda um terceiro envolvido na morte de Zuza. No entanto, o processo foi desmembrado e ele está foragido desde o dia do crime.

Relembre o caso

Homem é encontrado morto com corte no pescoço dentro de casa, em Poços de Caldas, MG — Foto: Divulgação

O corpo foi encontrado pela irmã da vítima, que não conseguia contato e foi até a casa dele para ver se estava tudo bem. Ela viu o irmão caído no chão da garagem pelas frestas do portão e acionou a polícia.

A carteira dele foi localizada em um rio, próximo à casa da vítima. Por conta disso, a PM trabalhava com a possibilidade de latrocínio.

Retaliação por tentativa de abuso

Durante a investigação, uma gíria escrita no muro da casa de “Zuza” fez com que a polícia mudasse o foco da investigação de latrocínio para uma retaliação. Segundo a Polícia Civil, o árbitro teria sido morto por tentar abusar sexualmente de uma criança em Poços de Caldas.

“Nos chamou a atenção o fato de em frente à casa da vítima estar a inscrição Jack, que é uma gíria de presídio para indicar estuprador. Nós começamos a verticalizar a investigação nesse sentido. Apreendemos alguns cadernos com escritas de criança na residência da vítima, que não foram reconhecidos pelos familiares. Quando nós efetuamos a primeira prisão, o indivíduo nos mencionou que a ação teria se dado por conta de uma retaliação, pois a vítima teria se insurgido contra o enteado de um dos autores. Uma tentativa de abuso sexual”, revelou o delegado Clayson Brene.

Brene salientou que o segundo suspeito preso também falou sobre a questão do abuso sexual, sendo que teria sido o filho dele a vítima do assédio.

O árbitro não possuía passagens policiais por abuso.

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