Início » Cão Joca: polícia diz que animal morreu dentro de aeronave que decolou de Fortaleza | CNN Brasil

Cão Joca: polícia diz que animal morreu dentro de aeronave que decolou de Fortaleza | CNN Brasil

por rafaeloliveira
19 visualizações
cao-joca:-policia-diz-que-animal-morreu-dentro-de-aeronave-que-decolou-de-fortaleza-|-cnn-brasil

A Polícia Civil concluiu nesta quarta-feira (10) que o cão Joca, um golden retriever, de 5 anos, que foi devolvido morto a seu tutor após erro da companhia aérea GOL em seu transporte, morreu dentro de voo que saiu de Fortaleza (CE).

Em nota, a corporação informou que a “conclusão foi que o animal provavelmente faleceu dentro da aeronave durante o voo de retorno para Guarulhos”.

O caso aconteceu em 22 de abril no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande SP, quando o cão deveria ter sido enviado para Sinop, no Mato Grosso, onde seu tutor lhe aguardava, porém, foi embarcado em uma aeronave com destino a Fortaleza, no Ceará, devido a uma falha operacional da companhia aérea.

Após ser informado sobre o ocorrido, quando desembarcou em Sinop, o tutor de Joca, o engenheiro João Fantazzini, optou por voltar ao Aeroporto de Guarulhos para se encontrar com o cão, que foi posteriormente realocado em uma aeronave na capital cearense com destino a São Paulo.

Os funcionários da companhia aérea gravaram imagens do animal no momento do embarque, que teriam sido enviadas ao passageiro.

Ainda segundo a GOL, após o pouso no Aeroporto de Guarulhos, os colaboradores da companhia foram “surpreendidos pelo falecimento do animal”.

Causa da morte

O cão Joca morreu devido a um choque cardiogênico, segundo laudo da Faculdade Veterinária e Zootecnia da USP, a qual a CNN teve acesso, que aponta que o choque foi causado pela queda do rendimento cardíaco, resultado da falência do coração em bombear o sangue do animal.

A médica veterinária Fátima Martins, que analisou o laudo, afirmou que o choque cardiogênico foi possivelmente causado por hipertermia.

O laudo mostra que o cachorro tinha “alterações cardíacas relevantes” que poderiam justificar o quadro relatado. Porém, a especialista explica que as condições prévias apenas agravaram a situação, mas não causaram a morte.

“Ele tinha limitações cardíacas, mas não apresentava sintomas e não fazia qualquer tratamento. Só com o estresse do voo ele poderia ter morrido. As cardiopatias foram apenas agravantes para o que aconteceu”, afirma.

*Sob supervisão

você pode gostar

SAIBA QUEM SOMOS

Somos um dos maiores portais de noticias de toda nossa região, estamos focados em levar as melhores noticias até você, para que fique sempre atualizado com os acontecimentos do momento.

CONTATOS

noticias recentes

as mais lidas

Jornal de Minas © Todos direitos reservados à Tv Betim Ltda®