Bancos liberam home office e saída do país a funcionários nos Emirados | G1

Bancos liberam home office e saída do país a funcionários nos Emirados | G1

Alguns dos maiores bancos de Wall Street, principal centro financeiro dos Estados Unidos, passaram a oferecer a funcionários nos Emirados Árabes Unidos a possibilidade de deixar o país temporariamente e trabalhar de forma remota enquanto continuam os ataques contra o país do Golfo. A informação foi divulgada pela Bloomberg.

Instituições como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup passaram a permitir que funcionários se mudem temporariamente para outros países, segundo o jornal. A medida busca dar mais segurança às equipes que atuam na região.

  • ➡️ A medida ocorre em um momento de atenção redobrada em cidades como Dubai e Abu Dhabi, que se consolidaram como importantes centros financeiros globais. As duas atraem bancos internacionais, fundos de investimento e consultorias e funcionam como porta de entrada para negócios no Oriente Médio, na África e em partes da Ásia.

A consultoria McKinsey & Company também adotou medidas semelhantes. De acordo com as fontes citadas pela Bloomberg, a empresa fretou um voo para a Turquia para retirar consultores que estavam fora da região.

A companhia também passou a permitir que funcionários baseados em Dubai deixem o país em caso de emergência.

Aeroporto de Dubai sofre danos durante ataques do Irã

Ainda não está claro quantos profissionais aceitaram a oferta de mudança temporária. Um dos bancos afirmou à Bloomberg que a adesão foi muito limitada até o momento.

Em muitos casos, os funcionários podem continuar trabalhando a partir de outro país. No entanto, as empresas não oferecem compensação financeira pela mudança.

Mesmo quando a mudança é possível, a decisão pode trazer complicações. Alterações de residência, ainda que temporárias, podem gerar impactos fiscais. Alguns profissionais também precisam obter autorização de órgãos reguladores para trabalhar em outros países.

A Bloomberg informou ainda que algumas empresas locais passaram a oferecer flexibilidade semelhante aos funcionários. Outras, porém, continuam operando normalmente nos Emirados Árabes Unidos.

Veja como estão os conflitos no Oriente Médio na reportagem abaixo.

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