Além disso, manda os termos do acordo para o Tribunal de Justiça da União Europeia para revisão de sua legalidade. Saiba mais sobre a votação.
O Friedrich Merz, chefe de governo da Alemanha, por exemplo, escreveu que: “A decisão do Parlamento Europeu sobre o acordo Mercosul é lamentável. Ela avalia mal a situação geopolítica. Estamos convencidos da legalidade do acordo. Chega de atrasos. O acordo deve agora ser aplicado provisoriamente”. Veja a publicação mais abaixo.
Já Jean-Noël Barrot, Ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros da França, escreveu que “ao submeter o acordo com o Mercosul ao Tribunal de Justiça da União Europeia, o Parlamento Europeu agiu em consonância com a posição que temos defendido. A França está disposta a dizer não quando necessário, e a história muitas vezes comprova isso. A luta continua para proteger a nossa agricultura e garantir a nossa soberania alimentar”.
O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, por sua vez, respondeu à publicação de Barrot que essa foi uma votação importante e que deve ser respeitada.
Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, compartilhou um post no X da página @patriotaspelaeuropa sobre a decisão. A publicação afirma que, enquanto partidos do “establishment” se curvam a lobistas globalistas, o movimento diz defender agricultores e trabalhadores europeus. O texto também sustenta que os votos do grupo “mudaram o jogo” e que agora a decisão caberá à Justiça.
Jean-Noël Barrot, Ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros da França — Foto: Reprodução/X
Publicação de Frierich Merz — Foto: Reprodução/X
*Essa reportagem está em atualização